
E a sua era bem simples: criar Eternidade. Recebendo dos seus seus pais um legado estático, competiu-lhe mudá-lo e transformá-lo num pequeno canto do Portugal de hoje. Parecia-lhe justo: deixar aos outros um pouco mais.
Era a isso que chamava "criar Eternidade".
Fazer de Portugal eterno país, eterno Povo-Nação, não implica que tenhamos uma visão de curto prazo. Nem sequer ainda uma vontade de perspectivar no tempo.
Não. Implica tão-só que tudo quanto fizermos esteja imbuído de um verdadeiro espírito de Missão, Entrega e Sacrifício.
O Sacrifício não é o elencar das boutades de outros tempos. É ter a coragem e a ombridade de ser Verdadeiro. Ninguém se sacrifica mais do que o Justo no meio da Mentira.
E depois, como vos prometi trazer sempre, há ainda a elevação do olhar. O desprendimento e a vontade de servir.
Pela Missão que Portugal tem e terá no Mundo, pela Memória de um passado de um Povo heróico e astuto, e pelo florescer de uma Europa da Boa-Vontade, a 7 de Junho votarei PSD!
Não tenho medo do que virá depois!



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